sábado, 27 de março de 2010

"Porque mataram estes sorrisos?"


Como todos vem acompanhando, chega ao fim o julgamento do casal Anna Jatobá e Alexandre Nardoni. Depois de dois anos de sofrimento, a mãe de Isabella Nardoni alcança a tão esperada condenação dos responsáveis pela morte de sua filha. Tudo isso não ameniza a dor sentida por ela e muito menos traz de volta Isabella, mas conforta um coração apertado por medo de que um caso de crueldade e frieza fique impune, como já aconteceu no Brasil (Yves Ota). Durante a cobertura do caso, observei uma senhora segurando um cartaz com o questionamento "Porque mataram estes sorrisos?" seguido da foto acima, onde Ana Carolina de Oliveira posa com Isabella, ambas sorrindo. Isto me fez refletir, até onde vai a capacidade do ser humano, será que em algum momento os autores de tamanha crueldade pensaram que estavam matando uma criança completamente indefesa e junto dela todos os sonhos, a chance de ter uma vida feliz ao lado da mãe, dos avós, dos primos... matando a magia de ir a escola e aprender a ler, escrever e descobrir o mundo que tinha em sua volta. Porque tanta barbárie? Não acredito que exista amor dentro de um pai que mata a própria filha, assim como não acredito que exista amor dentro de um homem que sabendo da culpa deste pai ainda defende o caso, POR DINHEIRO, pois eu tenho certeza de que, nem ele, acredita nos argumentos que usou para defender o casal diante do Júri. Enfim, sabendo que não será cumprida nem a metáde da pena de 31 anos, um mês e 10 dias dada a Alexandre Nardoni e 26 anos e 8 meses de prisão à Jatobá, por causa da Lei no nosso país, o que nos resta é comemorar o reconhecimento do crime pela Justiça e lutar pela mudança nos nossos códigos penais, para que este tipo de situação não aconteça novamente!

quarta-feira, 24 de março de 2010

Respeitar as Diferenças é somar conhecimento!


Já venho planejando um post há muito tempo, mas a cada dia que passa acredito ainda mais que o que é muito planejado nem sempre dá certo, vamos deixar acontecer e se for pra ser, simplesmente, será! Queria falar sobre outras coisas, mas de repente me deparei com tamanho aprendizado que eu me vi na obrigação de partilhar aqui com vocês! Hoje na faculdade tivemos uma aula diferente, aula para a vida, uma matéria que não está na nossa grade curricular, mas isso não a faz menos importante. Todos os dias encontro as mesmas pessoas falamos sobre os mesmos assuntos, (trabalhos, faculdade, jornalismo, programas de TV, etc.) pessoas que conheço a 1 ano e 6 meses, mas que até a aula de hoje eu ainda não conhecia. Eu com meu jeito acomodado, sempre pensei que estava tudo muito bem daquele jeito, que tínhamos divergências, mas que tudo aquilo era normal. Digo que hoje tive uma aula de vida, pois pude ver nestas pessoas, nestes futuros colegas de trabalho, algo além do mecanismo de sempre, de chegar dizer "Boa Noite" ou às vezes nem isso e me sentar no meu cantinho egoísta, com as pessoas de sempre do meu lado, sem querer desmerecer os que estão desde o início comigo, mas como o mediador desta conversa disse: "Nós escolhemos os nossos amigos..." e é muito egoísta aquele que sem conhecer simplesmente diz "Não, aquele não é meu amigo, porque ele pensa diferente de mim". Alguém em algum momento parou para questionar a opinião do outro? Porque ele age assim? Muitas vezes nos escondemos atrás de nossas fraquezas, um exemplo disso vem de mim mesma, eu, Vanessa, nos momentos de apresentação de trabalhos, seminários em geral, quanto mais alto eu falo, mais insegura eu estou. Sim, é uma forma que encontrei de maquiar a minha timidez, insegurança, entre outros defeitos que nem eu consegui descobrir em mim ainda! Hoje percebi que as pessoas a minha volta são humanas, dotadas de sentimento, e aprendi que estas pessoas muitas vezes não são essa fortaleza toda que apresentam ser, assim como eu, elas também se escondem por trás de um rótulo que não são delas, e o meu dever é enxergar isso. Graças a Deus eu pude perceber o meu equívoco antes que a nossa caminhada juntos chegasse ao fim, hoje tenho a oportunidade de mudar; ser diferente; não mudar o que eu sou, a minha personalidade, mas acrescentar mais uma página ao livro da minha vida. Agradeço profundamente ao querido professor Carlos, que enquanto a turma se "fuzilava" enxergou qualidades em cada um de nós e resolveu mostrá-las a nós mesmos.

quinta-feira, 18 de março de 2010

O começo de tudo!


Começa a brincadeira! =D
Acho importante falar um pouco de mim no começo para que os futuros visitantes saibam quem sou e quais são meus ideais, apartir daí terão uma base do que vou escrever daqui pra frente. A muito tempo quero fazer meu blog, mas fico pensando em como começar... o melhor é pelo começo, né?! ;)
Bom, meu nome é Vanessa, sou estudante do curso de Jornalismo na Faculdade Católica de Uberlândia, amo o meu curso e a cada período vejo que é isso o que quero para minha vida! Venho de família simples, esta, que me ensinou desde cedo o valor das coisas e que, o que o dinheiro compra não é o mais importante, carrego comigo os meus valores que foram formados ao longo do tempo pela sociedade onde vivo e baseado em minha criação. Gosto de escrever sobre o povo, sobre gente que acorda cedo para trabalhar e não tem hora para voltar, gente honesta e batalhadora que não desiste de lutar. Gente sem preconceito, que sabe que "ser diferente, é normal", e que o importante é ser feliz! Assim como fui criada na simplicidade, cresci com ela dentro de mim, vivo num mundo cheio de modernidades, mas não deixo de carregar comigo minhas origens, ainda gosto de olhar nos olhos, de tocar a pele, do abraço apertado e do sorriso sincero. O título "Vivendo nesse absurdo" vem de uma música do Charlie Brown Jr. do CD Tamo aí na atividade, a canção diz ".. eu não busco a perfeição em ninguém, não quero que busque em mim..." "tentei me manter consciente no meio disso tudo, eu não sou alienado mas eu vivo nesse absurdo.." e combina muito com o que eu sou... em breve vou escrever sobre esta música, aí será possível que vejam bem a minha interpretação. Espero manter o blog sempre na ativa, opinando sobre assuntos de interesse popular, e levar a informação acima de tudo. Aceito críticas construtivas e sugestões de assuntos! É isso!!
Beijoos...